Todas as semanas lançamos uma pergunta nas redes sociais sobre uma curiosidade de um circuito ou sobre as exposições dos Centros Ciência Viva.
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Desafios publicados na página de Facebook dos Circuitos
Algumas das camélias do Jardim Botânico do Porto têm cores diferentes a nascer do mesmo pé. Sabem a que se deve este fenómeno?
→ Cuidado, não pisem os fósseis!
Eles são aos milhares na rampa de entrada do Pavilhão do Conhecimento. Sabem que seres vivos ficaram fossilizados nestas rocha?
A árvore mais antiga do Jardim Botânico está no “Coração do Jardim” e foi plantada pelo botânico Avelar Brotero. De que árvore falamos: oliveira, figueira ou corticeira?
Conseguem descobrir a idade do pinheiro-bravo, cujo tronco se encontra à entrada do Centro Ciência Viva da Floresta, em Proença-a-Nova? Basta contar os anéis.
Que qualidades poderiam simbolizar os animais do famoso Vaso de Tavira que está no Museu Islâmico desta cidade algarvia?
Quantos castelos em miniatura existem no Portugal dos Pequenitos, em Coimbra?
Reparem na posição das pegadas do iguanodontídeo na Praia Santa, em Lagos. Tentem imitar o caminhar deste dinossauro na areia. Como andava ele?
No Centro Ciência Viva Constância, existe uma Balança Espacial que nos ajuda a descobrir o nosso peso noutros planetas do Sistema Solar. Sabem em que planeta pesariam menos? E qual aquele em que pesariam mais? Mercúrio, Júpiter, Terra, Saturno… qual a vossa aposta?
O arquiteto Gonçalves de Sousa deixou um erro na construção do belíssimo Salão Árabe do Palácio da Bolsa, no Porto. Conseguem descobri-lo? Boa sorte!
Tem olhos independentes como o camaleão, bolsa na barriga como um canguru e uma cauda que se enrola como a dos macacos. Este animal vive no aquário que representa a Ria Formosa no Centro Ciência Viva do Algarve. Adivinham de que animal se trata?
O Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães, foi mandado construir no século XV por D. Afonso. Para ostentar a sua riqueza, o duque construiu um palácio de fazer inveja aos reis, com um grande pátio, 39 lareiras, outras tantas chaminés e dezenas de portas. O duplex que servia de quarto ao nobre tem a lareira fora da divisão e não no seu interior. Excentricidade ou ciência?
Hoje vamos recuar no tempo! A paisagem que envolve a Mina do Lousal parece do outro mundo e o mais impressionante é sabermos que estas rochas e terrenos foram o fundo do mar há mais de 350 milhões de anos. Por ali existem duas lagoas, uma de cor vermelha e outra de cor verde. A que se devem estas cores?
"Ver Braga por um canudo" é uma das mais conhecidas expressões portuguesas. O autor da frase foi Rafael Bordallo Pinheiro, em 1884, após a celebração do centenário do Bom Jesus de Braga. Nessa ocasião, o artista português observou a cidade dos Arcebispos através de um telescópio oferecido à Confraria do Bom Jesus. Sabe quem construiu o primeiro telescópio do mundo?
O tema principal do Centro Ciência Viva de Estremoz é o funcionamento do nosso planeta e a relação com os outros "passageiros" do Universo. Se o Sol tivesse 2,5 m de diâmetro, a Terra teria o tamanho de uma amora com 2,3 cm de diâmetro. Que fruta corresponderia, em tamanho, ao planeta Marte?
No Centro Ciência Viva de Bragança existe uma casa dedicada a um animal muito especial. O bicho-da-seda que é considerado um dos dois únicos insetos domesticados pelos humanos. Qual é o outro?
A caminho do Expolab - Centro Ciência Viva, as hortênsias são presença constante. Para ficarem de um azul intenso, o que é que os açorianos têm por costume fazer?
Um dos módulos mais procurados na Fábrica - Centro Ciência Viva de Aveiro é a Mente Bola. Neste jogo a dois, o objetivo é deslocar uma bola com o poder da mente. Como é que o jogo funciona?
→ Voar na escuridão sem dar um encontrão
No Centro Ciência Viva do Alviela - Carsoscópio tente deslocar-se num labirinto de olhos tapados. Como é que a maioria dos morcegos consegue deslocar-se no escuro da noite?